Vicente dos Correios
Vicente de Paulo Sousa Bonfim · nasceu em 1960
Vicente dos Correios disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Palmeirais (PI)), pelo PSB: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 43 anos, ensino médio, servidor publico federal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Vicente dos Correios declarou ao TSE R$ 9,9 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Palmeirais (PI) · PSB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.60467%
- TransporteR$ 3.25833%
Quanto custou cada voto: prefeito, Palmeirais (PI), 2004
Vicente Dos Correios: R$ 20,7 por voto (mediana da disputa, R$ 20,7). Quem venceu, Marco Almeida, gastou R$ 38,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 38,4; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vicente Dos Correios. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marco Almeida PTBR$ 152 mil · 3.944 votosR$ 38,4
- Vicente Dos Correios PSBR$ 9,9 mil · 477 votosR$ 20,7
- Macim Teixeira PC do BR$ 39 mil · 3.053 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2004, prefeito: 48 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.