Apuração
Vereador · 2012 · CIDADANIA

Vergilio Dalsoquio

nasceu em 1985

Vergilio Dalsoquio disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Sorriso (MT)), pelo CIDADANIA: eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoCIDADANIA2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 27 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Sorriso (MT)
    CIDADANIA 23023· centro
    eleito1.139 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Vergilio Dalsoquio declarou R$ 71,2 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 71,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 32.500 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2012.

  • Vergilio DalsoquioR$ 71,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 78,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 186,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 71,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Vergilio Dalsoquio declarou ao TSE R$ 70 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Sorriso (MT) · CIDADANIA · eleito

De onde veio

R$ 70,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 70,1 mil.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 53,6 mil76,4%
  2. Próprio bolsoR$ 10,8 mil15,5%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 5.6868,1%

Para onde foi

R$ 69,9 mil
O maior gasto foi com pessoal: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 69,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal17 pessoas, não nomeadasR$ 47,2 mil67,6%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 2.0042,9%
  3. ServiçosR$ 1.6722,4%
  4. EventosR$ 1.5472,2%
  5. EscritórioR$ 520,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Sorriso (MT), 2012

Vergilio Dalsoquio: R$ 61,3 por voto (mediana da disputa, R$ 81,7). Quem venceu, Gavasso, gastou R$ 29 por voto. O voto mais caro custou R$ 583; o mais barato, R$ 29.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vergilio Dalsoquio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Laercio Contra Fogo PTBR$ 41 mil · 71 votosR$ 583
  • Ivania Sousa PDTR$ 39 mil · 108 votosR$ 360
  • Renilson Freitas PSDR$ 43 mil · 236 votosR$ 180
  • Professora Marisa PSDR$ 98 mil · 935 votosR$ 105
  • Luis Fabio PDTR$ 55 mil · 625 votosR$ 88,4
  • Marilda Savi PSDR$ 91 mil · 1.112 votosR$ 81,7
  • Vergilio Dalsoquio CIDADANIAR$ 70 mil · 1.139 votosR$ 61,3
  • Kozak PSCR$ 42 mil · 715 votosR$ 59,4
  • Polesello PTBR$ 51 mil · 983 votosR$ 51,4
  • Bruno Stellato PDTR$ 50 mil · 1.307 votosR$ 37,9
  • Gavasso CIDADANIAR$ 41 mil · 1.398 votosR$ 29

Votos por real

  • 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.