Veimar
Veimar Benjamin de Souza · nasceu em 1960
Veimar se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2002), MDB (2004–2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, ensino médio, mecânico de manutenção. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado federal · ParáPSB 4050· centro-esquerdanão eleito98 votos; 112º mais votado de 117 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Veimar teve 98 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 112º lugar entre 117 candidatos.
Recebeu votos em 32 cidades. Belém deu 33,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Veimar declarou R$ 668,7 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2008.
- VeimarR$ 668,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 134,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Um galpão, localizado à avenida josé carrion, n. 1069…R$ 323,6 milImóveis
- Um imóvel residêncialR$ 215,7 milImóveis
- Um imóvel urbano não edificadoR$ 107,9 milImóveis
- Um veículo motocicletaR$ 21,6 milVeículos, barcos e aeronaves
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Veimar declarou ao TSE R$ 32 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 23 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Redenção (PA) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Redenção (PA), 2008
Veimar: R$ 38,6 por voto (mediana da disputa, R$ 40,4). Quem venceu, Alex Do Tc, gastou R$ 15,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,5; o mais barato, R$ 15,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Veimar. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elcir Lustosa PTBR$ 26 mil · 360 votosR$ 73,5
- Adilson PC do BR$ 27 mil · 452 votosR$ 58,8
- Alexandre Junior PPR$ 53 mil · 1.019 votosR$ 51,7
- Zé Claudio PRPR$ 31 mil · 608 votosR$ 51
- Joas Possidônio PSCR$ 38 mil · 897 votosR$ 42,8
- Toninho Lopes PSDBR$ 29 mil · 686 votosR$ 42,5
- Toni PDTR$ 21 mil · 529 votosR$ 40,4
- Veimar MDBR$ 23 mil · 594 votosR$ 38,6
- Lilian Borges CIDADANIAR$ 21 mil · 578 votosR$ 36,6
- Lucileide Do Sindicato PTR$ 23 mil · 644 votosR$ 35,8
- Aldair Dentista PTBR$ 32 mil · 1.188 votosR$ 26,7
- Alex Do Tc PTBR$ 23 mil · 1.448 votosR$ 15,7
Votos por real
- 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.