Vanucci
Roberto Carlos Vanucci · nasceu em 1966
Vanucci se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: PT (2004–2012), PSB (2016), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Vanucci declarou R$ 430,1 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 331,8 mil acima da inflação.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- VanucciR$ 430,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Poupança ouro banco do brasilR$ 246,6 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Poupança ouro banco do brasilR$ 140,4 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- chevrolet classic 2012R$ 31,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Bbautomatico mais banco do brasilR$ 11,6 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Vanucci declarou ao TSE R$ 87 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jaú (SP) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.19951,6%
- PessoasR$ 7.07639,7%
- Outros candidatosR$ 1.5578,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.38130,2%
- InternetR$ 3.52024,3%
- PessoalR$ 2.83019,5%
- Material impressoR$ 2.62118,1%
- ServiçosR$ 1.0617,3%
- EscritórioR$ 740,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Jaú (SP), 2020
Vanucci: R$ 34,6 por voto (mediana da disputa, R$ 48,1). Quem venceu, Chico Quevedo, gastou R$ 20,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.930; o mais barato, R$ 20,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vanucci. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bruna Felizi PSCR$ 42 mil · 22 votosR$ 1.930
- Samira REPUBLICANOSR$ 15 mil · 15 votosR$ 981
- Nelson Mazzeto PDTR$ 23 mil · 129 votosR$ 177
- Vivian Soares REPUBLICANOSR$ 64 mil · 512 votosR$ 124
- Cléo Furquim MDBR$ 68 mil · 645 votosR$ 105
- Murilo Ronchesel MDBR$ 20 mil · 239 votosR$ 82,3
- Borgo PDTR$ 40 mil · 825 votosR$ 48,1
- Vanucci REPUBLICANOSR$ 14 mil · 419 votosR$ 34,6
- Sargento Oliveira PLR$ 16 mil · 602 votosR$ 26,5
- João Pacheco PSDBR$ 32 mil · 1.217 votosR$ 26,2
- Maurílio Moretti PSLR$ 19 mil · 876 votosR$ 21,6
- Chico Quevedo CIDADANIAR$ 20 mil · 964 votosR$ 20,4
Votos por real
- 2020, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.