Vando Vitor
Vando Vitor Alves · nasceu em 1962
Vando Vitor se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016 e 2020.
Passou por 2 partidos: PSDB (2002), PSB (2008–2012), PSDB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, superior completo, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2002Deputado estadual · GoiásPSDB 45612· centro-direita· na urna, Vando Vítorsuplente9.116 votos; 92º mais votado de 485 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Vando Vitor teve 9.116 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 92º lugar entre 485 candidatos.
Recebeu votos em 146 cidades. Palmeiras de Goiás deu 41,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Vando Vitor declarou R$ 593,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 563,5 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2020.
- Vando VitorR$ 593,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 543,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 658,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Residencia rua 06R$ 553 milCasa
- Lote jd das oliveirasR$ 25,9 milTerreno
- Saldo em conta corrente caixaR$ 13,6 milConta corrente no país
- Saldo em poupança caixaR$ 695Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Vando Vitor declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1,1 milhão.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Palmeiras de Goiás (GO) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas16 pessoas, não nomeadasR$ 60,3 mil28,9%
- Próprio bolsoR$ 49 mil23,5%
- Outros candidatosR$ 54< 0,1%
Para onde foi
- Pessoal83 pessoas, não nomeadasR$ 70 mil36,4%
- Serviços6 pessoas, não nomeadasR$ 27,2 mil14,2%
- Rádio, TV e vídeoTudo de Fr Digital LtdaR$ 17 mil8,8%
- InternetR$ 1.4150,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Palmeiras de Goiás (GO), 2020
Vando Vitor: R$ 20,8 por voto (mediana da disputa, R$ 27,3). O voto mais caro custou R$ 144; o mais barato, R$ 4,55.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Braz Macedo PATRIOTAR$ 61 mil · 423 votosR$ 144
- Engell Santos PSLR$ 71 mil · 1.556 votosR$ 45,7
- Alberane Marques REPUBLICANOSR$ 91 mil · 3.348 votosR$ 27,3
- Vando Vitor PSDBR$ 192 mil · 9.228 votosR$ 20,8
- Ailton Terra Nova DEMR$ 2,7 mil · 589 votosR$ 4,55
Votos por real
- 2020, prefeito: 48 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 30 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 5,1 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.