Apuração
Vereador · 2020 · DEM

Vanderlei Lourenço

Vanderlei Lourenço Francisco · nasceu em 1969

Vanderlei Lourenço se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,46← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006MDB2008MDB2020DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2006–2008), DEM (2020).

Dep. federalVereadorPartidoMDBDEM20062008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    DEM 25252· direita
    suplente
  2. 2008
    MDB 15900· centro
    suplente
  3. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    MDB 1555· centro· na urna, Vanderlei
    suplente3.031 votos; 212º mais votado de 528 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Vanderlei Lourenço teve 3.031 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 212º lugar entre 528 candidatos.

Recebeu votos em 309 cidades. Belo Horizonte deu 38,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 69,8%.

3.031 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.031 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)1.176 votos38,8%
  2. Alvinópolis (MG)427 votos14,1%
  3. Contagem (MG)176 votos5,8%
  4. Betim (MG)44 votos1,5%
  5. Itabira (MG)37 votos1,2%
  6. Outras 294 cidades914 votos30,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Vanderlei Lourenço declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 29 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Belo Horizonte (MG) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 29,4 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,4 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 28,3 mil96,3%
  2. Fundo partidárioR$ 1.0983,7%

Para onde foi

R$ 28,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 28,3 mil.
  1. PessoalR$ 15,3 mil54%
  2. ServiçosR$ 12,9 mil45,4%
  3. EscritórioR$ 1770,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Belo Horizonte (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 151 por voto. Quem venceu, Professora Marli, gastou R$ 45,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 263; o mais barato, R$ 45,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 7,9 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.