Leo Burgues
Leonardo Silveira de Castro Pires · nasceu em 1969
Leo Burgues se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 4.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PSDB (2004–2012), AVANTE (2014), PSL (2016–2020), UNIÃO (2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, suplente.
Declarou ao TSE em 2022: 53 anos, superior incompleto, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2022Deputado federal · Minas GeraisUNIÃO 4455· direitasuplente19.452 votos; 101º mais votado de 1.035 no estado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Minas GeraisAVANTE 70000· centro-direitasuplente23.125 votos; 131º mais votado de 1.055 no estado
- 2012Vereador · Belo Horizonte (MG)PSDB 45000· centro-direita· na urna, Leo Burgues de Castroeleito7.441 votos
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Leo Burgues teve 19.452 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 101º lugar entre 1.035 candidatos.
Recebeu votos em 526 cidades. Belo Horizonte deu 53,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 79,2%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Leo Burgues declarou R$ 345,8 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2022, o total subiu R$ 271,5 mil acima da inflação.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Minas Gerais em 2022.
- Leo BurguesR$ 345,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 105,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2022, do maior ao menor
- ConsorcioR$ 72,3 milQuotas ou quinhões de capital
- ConsorcioR$ 69 milQuotas ou quinhões de capital
- ConsorcioR$ 68,2 milQuotas ou quinhões de capital
- ConsorcioR$ 68,2 milQuotas ou quinhões de capital
- ConsorcioR$ 68,1 milQuotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Leo Burgues declarou ao TSE R$ 6,7 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 1,7 milhão, 2,8% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2022 · Deputado federal · Minas Gerais · UNIÃO · suplente
De onde veio
- Pessoas39 pessoas, não nomeadasR$ 119,6 mil7%
- Próprio bolsoR$ 24 mil1,4%
Para onde foi
- Pessoal542 pessoas, não nomeadasR$ 1,1 mi62,7%
- ServiçosR$ 66,6 mil3,9%
- TransporteR$ 45,9 mil2,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 10,8 mil0,6%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2022
Mediana da disputa: R$ 44,1 por voto. Quem venceu, Fred Costa, gastou R$ 20,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 20,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Lamac REDER$ 3,5 milhões · 26.611 votosR$ 133
- Ulisses Guimarães MDBR$ 3 milhões · 27.101 votosR$ 111
- Felipe Saliba PATRIOTAR$ 3,6 milhões · 33.613 votosR$ 107
- Wadson Ribeiro PC do BR$ 3,1 milhões · 34.256 votosR$ 89,9
- Leo Motta REPUBLICANOSR$ 3,1 milhões · 37.494 votosR$ 82,9
- Aelton Freitas PPR$ 3,8 milhões · 50.777 votosR$ 75,1
- Charlles Evangelista PPR$ 3,1 milhões · 46.230 votosR$ 68,1
- Vilson Da Fetaemg PSBR$ 3 milhões · 54.280 votosR$ 55,4
- Nely Aquino PODER$ 3,6 milhões · 66.866 votosR$ 53,9
- Braulio Braz PTBR$ 3,7 milhões · 68.665 votosR$ 53,8
- Álvaro Damião UNIÃOR$ 3,2 milhões · 59.724 votosR$ 53,4
- Igor Timo PODER$ 3,8 milhões · 74.465 votosR$ 51,3
- Fábio Ramalho MDBR$ 3,7 milhões · 77.604 votosR$ 48,1
- Mauro Lopes PPR$ 3,3 milhões · 69.034 votosR$ 48
- Lafayette Andrada REPUBLICANOSR$ 3,2 milhões · 68.677 votosR$ 47,3
- Aécio Neves PSDBR$ 3,8 milhões · 85.341 votosR$ 44,1
- Delegado Marcelo Freitas UNIÃOR$ 3,5 milhões · 82.894 votosR$ 42,7
- Euclydes Pettersen PSCR$ 3,8 milhões · 101.892 votosR$ 37,6
- Paulo Abi-Ackel PSDBR$ 3,8 milhões · 105.383 votosR$ 35,9
- Newton Cardoso Jr MDBR$ 3,6 milhões · 103.056 votosR$ 35,3
- Dimas Fabiano PPR$ 3,3 milhões · 96.395 votosR$ 34,4
- Hercilio Coelho Diniz MDBR$ 3,7 milhões · 122.819 votosR$ 30,4
- Greyce Elias AVANTER$ 3,2 milhões · 110.346 votosR$ 29,3
- Weliton Prado PROSR$ 3,5 milhões · 126.214 votosR$ 27,7
- Rodrigo De Castro UNIÃOR$ 3,2 milhões · 122.571 votosR$ 26,3
- Odair Cunha PTR$ 3,3 milhões · 129.146 votosR$ 25,3
- Rafael Simoes UNIÃOR$ 3,6 milhões · 144.924 votosR$ 24,8
- Pinheirinho PPR$ 3,3 milhões · 136.575 votosR$ 24,4
- Zé Vitor PLR$ 3,2 milhões · 152.748 votosR$ 20,7
- Fred Costa PATRIOTAR$ 3,2 milhões · 158.453 votosR$ 20,1
Votos por real
- 2022, deputado federal: 11 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 6,6 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 6,8 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 13 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.