Vandão
Vanderson Vitor da Silva · nasceu em 1976
Vandão se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: PTB (2004), DEM (2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 36 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Vandão declarou R$ 494,1 mil em bens, em reais de hoje: 6,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 332,3 mil acima da inflação.
Declarou 6,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2012.
- VandãoR$ 494,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 78,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 186,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Um reb/randon SE gr brancoR$ 219,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veiculo GM GMS10R$ 120,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma veiculo marca GM vectra sedanR$ 76,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veiculo corsa sedan pla djbR$ 65,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma moto honda ano/modelo 2001/2001R$ 12,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Vandão declarou ao TSE R$ 117 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 75 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Barra do Bugres (MT) · PSD · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 33,8 mil44,9%
- Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 25,6 mil33,9%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 8.54511,3%
- EmpresasR$ 7.0779,4%
- Outros candidatosR$ 2880,4%
Para onde foi
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 6.5118,6%
- ServiçosR$ 2.8163,7%
- OutrosR$ 2530,3%
- EscritórioR$ 2250,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Barra do Bugres (MT), 2012
Vandão: R$ 117 por voto (mediana da disputa, R$ 83,4). Quem venceu, Guga, gastou R$ 62,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 387; o mais barato, R$ 56,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vandão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Santana Frete MOBILIZAR$ 29 mil · 76 votosR$ 387
- Bittar PVR$ 55 mil · 163 votosR$ 334
- Jackson Sandri PSDBR$ 68 mil · 343 votosR$ 199
- Dionisião Do Frete PHSR$ 23 mil · 176 votosR$ 128
- Vandão PSDR$ 75 mil · 645 votosR$ 117
- Jose Augusto PSBR$ 24 mil · 291 votosR$ 84
- Tanaka PSLR$ 34 mil · 406 votosR$ 83,4
- Jamil PSDR$ 31 mil · 420 votosR$ 73,6
- Carlos Dorilêo PRPR$ 24 mil · 326 votosR$ 72,8
- Azenilda MDBR$ 40 mil · 596 votosR$ 67
- Guga PSDR$ 35 mil · 556 votosR$ 62,8
- Josoel Padeiro DEMR$ 23 mil · 406 votosR$ 56,4
Votos por real
- 2012, vereador: 8,6 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.