Valmir Laux
Valmir Arlenio Laux · nasceu em 1968
Valmir Laux se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Valmir Laux declarou R$ 645,4 mil em bens, em reais de hoje: 8,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 318,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 8,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Valmir LauxR$ 645,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 9 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa de alvenaria em douraqdilho barra do ribeiroR$ 324,9 milCasa
- 50% De 4,9 hectares com benfeitorias em douradilho barra…R$ 243,7 milOutros bens imóveis rural
- Automovel parati VW 2006R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta capital sicrediR$ 17,7 milConta corrente no país
- Conta banco do brasilR$ 15,9 milConta corrente no país
- Conta BBR$ 7.990Caderneta de poupança
- OurocapR$ 2.101Outras aplicações
- BB ações valeR$ 543Ações
- SicrdinvestR$ 29Outras aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Valmir Laux declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Barra do Ribeiro (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.14580,4%
- PessoasR$ 1.19815,7%
- PartidoR$ 2983,9%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 3.23842,4%
- Material impressoR$ 2.63834,5%
- PessoalR$ 97212,7%
- TransporteR$ 4055,3%
- ServiçosR$ 3895,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Barra do Ribeiro (RS), 2016
Valmir Laux: R$ 28,7 por voto (mediana da disputa, R$ 26,1). Quem venceu, Lucas Campos, gastou R$ 18,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.757; o mais barato, R$ 18,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Valmir Laux. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- André Scheid PPR$ 11 mil · 4 votosR$ 2.757
- Professora Giovana MDBR$ 4,9 mil · 65 votosR$ 75,4
- Almeida PSDR$ 7,7 mil · 116 votosR$ 66,5
- Alamir PPR$ 4,9 mil · 106 votosR$ 45,8
- Dione Cortinaz PSDR$ 10 mil · 241 votosR$ 43,3
- Valmir Laux MDBR$ 7,6 mil · 266 votosR$ 28,7
- Cirineu MDBR$ 11 mil · 425 votosR$ 26,1
- Athos PPR$ 5,7 mil · 243 votosR$ 23,3
- João Francisco MDBR$ 13 mil · 583 votosR$ 22
- Felipe Naibert PSDR$ 4,6 mil · 213 votosR$ 21,8
- Dudu Bischoff - Dr. Eduardo MDBR$ 13 mil · 632 votosR$ 20,4
- Lucas Campos PSBR$ 9 mil · 496 votosR$ 18,2
Votos por real
- 2016, vereador: 35 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.