Apuração
Vereador · 2012 · PSDB

Valmir

Valmir da Leve Rodrigues · nasceu em 1967

Valmir se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB2012PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo PSDB.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPSDB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSDB 45555· centro-direita
    eleito95 votos
  2. 2008
    PSDB 45123· centro-direita
    suplente52 votos
  3. 2004
    Vice-prefeito · Ponte Alta do Norte (SC)
    PSDB 15· centro-direita
    Na chapa de Laertes
    chapa eleita854 votos da chapa, 43,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Valmir declarou ao TSE R$ 9,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Ponte Alta do Norte (SC) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 7.677
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.677.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 5.95777,6%
  2. Próprio bolsoR$ 96212,5%
  3. Outros candidatosTudo de Eleição 2012 Antonio Carlos Brocardo PrefeitoR$ 7589,9%

Para onde foi

R$ 7.677
O maior gasto foi com transporte: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.677. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 7589,9%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 4335,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Ponte Alta do Norte (SC), 2012

Valmir: R$ 80,8 por voto (mediana da disputa, R$ 100). Quem venceu, Baytaca, gastou R$ 64,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 732; o mais barato, R$ 64,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Valmir. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Edécio PSDBR$ 6,6 mil · 9 votosR$ 732
  • Paulinho MDBR$ 10 mil · 45 votosR$ 223
  • Curitiba PSDBR$ 6,6 mil · 36 votosR$ 183
  • Nega Do Pão MDBR$ 7,7 mil · 46 votosR$ 168
  • Orli MDBR$ 8,6 mil · 60 votosR$ 144
  • Marinez DEMR$ 4,9 mil · 46 votosR$ 106
  • João Da Toca MDBR$ 8,6 mil · 86 votosR$ 100
  • Josias PSDBR$ 9,8 mil · 103 votosR$ 94,8
  • Bira MDBR$ 8,9 mil · 103 votosR$ 86
  • Bagúio PPR$ 8 mil · 97 votosR$ 82,7
  • Valmir PSDBR$ 7,7 mil · 95 votosR$ 80,8
  • Baytaca PPR$ 8,1 mil · 125 votosR$ 64,5

Votos por real

  • 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 33 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.