Apuração
Vereador · 2008 · PODE

Valgone

Valgone Costa Bezerra · nasceu em 1958

Valgone se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,52← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: DEM (2004), PODE (2008).

VereadorPartidoDEMPODE200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 49 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PODE 19555· centro-direita
    eleito337 votos
  2. 2004
    DEM 25555· direita
    eleito371 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Valgone declarou R$ 310,1 mil em bens, em reais de hoje: 7,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

R$ 310,1 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 115.000 na declaração)

Declarou 7,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.

  • ValgoneR$ 310,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 310,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Valgone declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Pedro Alexandre (BA) · PODE · eleito

De onde veio

R$ 6.541
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.541.
  1. Próprio bolsoR$ 3.48153,2%
  2. Outros candidatosTudo de Salorylton De OliveiraR$ 3.06046,8%

Para onde foi

R$ 5.984
O maior gasto foi com outros: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.984.
  1. OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 10062737000192R$ 3.06051,2%
  2. Material impressoTudo de Laser Graf Laser & Grafica Digital LtdaR$ 2.75846,1%
  3. EscritórioR$ 1632,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Pedro Alexandre (BA), 2008

Valgone: R$ 17,8 por voto (mediana da disputa, R$ 24,9). Quem venceu, Nilson Pazinha, gastou R$ 14 por voto. O voto mais caro custou R$ 174; o mais barato, R$ 14.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Valgone. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.