Valerio Galante
Valerio Antonio Galante · nasceu em 1949
Valerio Galante se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2016.
Passou por 3 partidos: PT (2004), PC do B (2010), PSDB (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, até o fundamental, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · São PauloPC do B 65987· esquerda· na urna, Valeriosuplente4.988 votos; 431º mais votado de 1.543 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Valerio Galante teve 4.988 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 431º lugar entre 1.543 candidatos.
Recebeu votos em 56 cidades. Serrana deu 83,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Valerio Galante declarou R$ 12,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2020, o total subiu R$ 11,6 mil acima da inflação.
Declarou 3% da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- Valerio GalanteR$ 12,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Valerio Galante declarou ao TSE R$ 545 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 183 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Serrana (SP) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 45,8 mil58,4%
- Próprio bolsoR$ 32,5 mil41,6%
Para onde foi
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 17,9 mil22,9%
- Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 5.1156,5%
- TransporteTudo de Antonio Carlos Urenha Cia.Ltda.R$ 4.2315,4%
- InternetR$ 2.5473,3%
- EventosR$ 1.0611,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 7931%
Quanto custou cada voto: prefeito, Serrana (SP), 2020
Valerio Galante: R$ 56,2 por voto (mediana da disputa, R$ 25,7). Quem venceu, Léo Capitelli, gastou R$ 25,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,2; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Valerio Galante. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valerio Galante PSDBR$ 78 mil · 1.393 votosR$ 56,2
- Cal Do Auto Escola PODER$ 40 mil · 844 votosR$ 47,2
- Léo Capitelli MDBR$ 197 mil · 7.600 votosR$ 25,9
- Mario Augusto Cigano PTR$ 4,2 mil · 165 votosR$ 25,7
- Valmir Rosa CIDADANIAR$ 150 mil · 6.812 votosR$ 22,1
- Denis Bomba PSBR$ 97 mil · 6.990 votosR$ 13,9
- Prof Jane PSOLR$ 2,6 mil · 203 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2020, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 121 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 68 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 40 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.