Valério da Saúde
Valerio Fernandes dos Santos Silva · nasceu em 1978
Valério da Saúde se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PSB (2004–2008), PSD (2012), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012Vice-prefeito · Querência (MT)PSD 55· direita· na urna, Valerio FernandesNa chapa de Joao Carlos Pizzichapa não eleita3.753 votos da chapa, 49,6%
- 2008
- 2006Deputado estadual · Mato GrossoPSB 40123· centro-esquerda· na urna, Valerio Fernandessuplente1.589 votos; 86º mais votado de 171 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Valério da Saúde teve 1.589 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 86º lugar entre 171 candidatos.
Recebeu votos em 33 cidades. Querência deu 77,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Valério da Saúde declarou R$ 190,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 96,3 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Valério da Saúde declarou ao TSE R$ 119 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 86 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cuiabá (MT) · DEM · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 7.07655,6%
- Fundo eleitoralR$ 5.66144,4%
Para onde foi
- InternetR$ 6.36850%
- ServiçosR$ 5.66144,4%
- PessoalR$ 7085,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Cuiabá (MT), 2020
Mediana da disputa: R$ 164 por voto. Quem venceu, Diego Guimarães, gastou R$ 48 por voto. O voto mais caro custou R$ 639; o mais barato, R$ 48.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tania Mendes PATRIOTAR$ 240 mil · 375 votosR$ 639
- Juliana Saturno PTBR$ 218 mil · 344 votosR$ 632
- Cely Almeida PTBR$ 305 mil · 798 votosR$ 382
- Misael Galvão PTBR$ 466 mil · 1.749 votosR$ 266
- Luluca Ribeiro MDBR$ 296 mil · 1.257 votosR$ 236
- Maria Avalone PSDBR$ 235 mil · 1.307 votosR$ 180
- Bruno Modelo PSBR$ 271 mil · 1.652 votosR$ 164
- Luis Claudio PPR$ 432 mil · 3.001 votosR$ 144
- Dr Ricardo Saad PSDBR$ 214 mil · 1.605 votosR$ 133
- Zidiel Coutinho PVR$ 232 mil · 1.762 votosR$ 132
- Renivaldo Nascimento PSDBR$ 206 mil · 2.606 votosR$ 79,2
- Diego Guimarães CIDADANIAR$ 201 mil · 4.179 votosR$ 48
Votos por real
- 2020, vereador: 17 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.