Cely Almeida
Cely Maria Auxiliadora Barros Almeida · nasceu em 1952
Cely Almeida se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSDB (2002), PL (2008), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 68 anos, superior completo, servidor público civil aposentado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2002Deputada estadual · Mato GrossoPSDB 45745· centro-direitasuplente2.547 votos; 85º mais votada de 240 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Cely Almeida teve 2.547 votos para deputada estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 85º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 59 cidades. Cuiabá deu 43,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Cely Almeida declarou ao TSE R$ 420 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereadora: R$ 322 mil, 88% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Cuiabá (MT) · PTB · suplente
De onde veio
- Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 38,4 mil11,9%
Para onde foi
- Pessoal49 pessoas, não nomeadasR$ 136,7 mil44,9%
- EscritórioR$ 26,6 mil8,7%
- EventosR$ 8.4292,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5660,2%
Quanto custou cada voto: vereadora, Cuiabá (MT), 2020
Cely Almeida: R$ 382 por voto (mediana da disputa, R$ 164). Quem venceu, Diego Guimarães, gastou R$ 48 por voto. O voto mais caro custou R$ 639; o mais barato, R$ 48.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cely Almeida. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tania Mendes PATRIOTAR$ 240 mil · 375 votosR$ 639
- Juliana Saturno PTBR$ 218 mil · 344 votosR$ 632
- Cely Almeida PTBR$ 305 mil · 798 votosR$ 382
- Misael Galvão PTBR$ 466 mil · 1.749 votosR$ 266
- Luluca Ribeiro MDBR$ 296 mil · 1.257 votosR$ 236
- Maria Avalone PSDBR$ 235 mil · 1.307 votosR$ 180
- Bruno Modelo PSBR$ 271 mil · 1.652 votosR$ 164
- Luis Claudio PPR$ 432 mil · 3.001 votosR$ 144
- Dr Ricardo Saad PSDBR$ 214 mil · 1.605 votosR$ 133
- Zidiel Coutinho PVR$ 232 mil · 1.762 votosR$ 132
- Renivaldo Nascimento PSDBR$ 206 mil · 2.606 votosR$ 79,2
- Diego Guimarães CIDADANIAR$ 201 mil · 4.179 votosR$ 48
Votos por real
- 2020, vereadora: 2,6 votos por R$ 1.000, 16% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 59 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputada estadual: 44 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.