Valdir Trindade
Valdir Trindade da Silva · nasceu em 1961
Valdir Trindade se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004), PV (2012–2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulPV 43234· centrosuplente1.309 votos; 350º mais votado de 670 no estado
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Valdir Trindade teve 1.309 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 350º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 40 cidades. Taquari deu 84,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Valdir Trindade declarou R$ 53,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2014 e 2016, o total subiu R$ 5.136 acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 10% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.
- Valdir TrindadeR$ 53,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Valdir Trindade declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Taquari (RS) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.22028,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.06125%
- ServiçosR$ 1.06125%
- PessoalR$ 55913,2%
- RepassesR$ 3117,3%
- EscritórioR$ 300,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Taquari (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 28,6 por voto. Quem venceu, Zé Harry, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 271; o mais barato, R$ 14,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rita Machado PSDBR$ 7,6 mil · 28 votosR$ 271
- Professora Fatima Vargas PSDBR$ 7,7 mil · 61 votosR$ 126
- Veridiane PSDBR$ 9,5 mil · 146 votosR$ 65
- Miguel Martins PPR$ 6 mil · 120 votosR$ 50,2
- Arizoli Da Grafica PPR$ 6,1 mil · 143 votosR$ 42,5
- Juliana De Paula PSBR$ 6,8 mil · 177 votosR$ 38,5
- Marcia Goethel PSDBR$ 7,6 mil · 266 votosR$ 28,6
- Vitor Do Sindicato PSBR$ 7,5 mil · 270 votosR$ 27,8
- Tio Nei PPR$ 8,3 mil · 301 votosR$ 27,5
- Professora Ana Paula PTR$ 16 mil · 694 votosR$ 23
- Aldo Gregory PPR$ 7,1 mil · 479 votosR$ 14,8
- Zé Harry PDTR$ 7 mil · 483 votosR$ 14,5
Votos por real
- 2020, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 326 votos por R$ 1.000, 8,7 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 1.049 votos por R$ 1.000, 19 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 86 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.