Apuração
Prefeito · 2020 · PSC

Paulo Matos

Paulo Cesar de Matos Oliveira · nasceu em 1965

Paulo Matos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,67← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2020PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PP (2004), PSC (2020).

PrefeitoVereadorPartidoPPPSC’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Campo Grande (MS)
    PSC 20· direita
    não eleito1.884 votos, 0,5%
  2. 2004
    Vereador · Campo Grande (MS)
    PP 11111· direita
    suplente3.754 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Paulo Matos declarou R$ 5,8 mi em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

R$ 5,8 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 4.008.197 na declaração)

Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso do Sul em 2020.

  • Paulo MatosR$ 5,8 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 560,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 886,3 mil

Cada quadrado, R$ 200 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 5,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Imóvel rural faz.três barrasR$ 2,4 mi
    Outros bens imóveis rural
  2. Casa alvenaria na rua pirajuR$ 1,1 mi
    Casa
  3. Gleba com área de 75R$ 933,5 mil
    Outros bens imóveis rural
  4. Área de terra com 54hR$ 775,7 mil
    Outros bens imóveis rural
  5. I/bmw 540i ano 2018/2018R$ 567,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Matos declarou ao TSE R$ 992 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 682 mil, 62% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Campo Grande (MS) · PSC · não eleito

De onde veio

R$ 681,9 mil
62% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 681,9 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Diretorio Nacional Do Partido Social CristaoR$ 425,2 mil62,4%
  2. Próprio bolsoR$ 200 mil29,3%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 56,6 mil8,3%

Para onde foi

R$ 681,9 mil
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 681,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal31 pessoas, não nomeadasR$ 139,9 mil20,5%
  2. InternetTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 77,8 mil11,4%
  3. EventosR$ 3.7490,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Campo Grande (MS), 2020

Paulo Matos: R$ 362 por voto (mediana da disputa, R$ 39,8). Quem venceu, Marquinhos Trad, gastou R$ 8,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 397; o mais barato, R$ 0,11.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Matos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 2,8 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.