Paulo Matos
Paulo Cesar de Matos Oliveira · nasceu em 1965
Paulo Matos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2004), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Paulo Matos declarou R$ 5,8 mi em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso do Sul em 2020.
- Paulo MatosR$ 5,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 560,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 886,3 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imóvel rural faz.três barrasR$ 2,4 miOutros bens imóveis rural
- Casa alvenaria na rua pirajuR$ 1,1 miCasa
- Gleba com área de 75R$ 933,5 milOutros bens imóveis rural
- Área de terra com 54hR$ 775,7 milOutros bens imóveis rural
- I/bmw 540i ano 2018/2018R$ 567,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Matos declarou ao TSE R$ 992 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 682 mil, 62% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Campo Grande (MS) · PSC · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Diretorio Nacional Do Partido Social CristaoR$ 425,2 mil62,4%
- Próprio bolsoR$ 200 mil29,3%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 56,6 mil8,3%
Para onde foi
- Pessoal31 pessoas, não nomeadasR$ 139,9 mil20,5%
- InternetTudo de Adyen Do Brasil Instituicao De Pagamento Ltda.R$ 77,8 mil11,4%
- EventosR$ 3.7490,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Campo Grande (MS), 2020
Paulo Matos: R$ 362 por voto (mediana da disputa, R$ 39,8). Quem venceu, Marquinhos Trad, gastou R$ 8,90 por voto. O voto mais caro custou R$ 397; o mais barato, R$ 0,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Matos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dagoberto PDTR$ 2,6 milhões · 6.507 votosR$ 397
- Paulo Matos PSCR$ 682 mil · 1.884 votosR$ 362
- Marcelo Miglioli SOLIDARIEDADER$ 2,1 milhões · 7.899 votosR$ 270
- Marcio Fernandes MDBR$ 1,8 milhão · 12.522 votosR$ 145
- Marcelo Bluma PVR$ 380 mil · 2.657 votosR$ 143
- Esacheu Nascimento PPR$ 1 milhão · 10.170 votosR$ 99,3
- Vinicius Siqueira PSLR$ 1,4 milhão · 34.066 votosR$ 39,8
- Guto Scarpanti NOVOR$ 127 mil · 4.811 votosR$ 26,4
- Pedro Kemp PTR$ 768 mil · 34.546 votosR$ 22,2
- Delegada Sidnéia Tobias PODER$ 210 mil · 19.103 votosR$ 11
- João Henrique PLR$ 109 mil · 10.123 votosR$ 10,8
- Marquinhos Trad PSDR$ 1,9 milhão · 218.418 votosR$ 8,90
- Cris Duarte PSOLR$ 531 · 4.621 votosR$ 0,11
Votos por real
- 2020, prefeito: 2,8 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.