Valdemar Lopes
Valdemar Rosa Lopes · nasceu em 1965
Valdemar Lopes se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: AVANTE (2012), REPUBLICANOS (2016), DEMOCRATA (2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 53 anos, superior completo, empresário, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado estadual · GoiásDEMOCRATA 35123· centro-direitasuplente17 votos; 778º mais votado de 797 no estado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Valdemar Lopes teve 17 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 778º lugar entre 797 candidatos.
Recebeu votos em 10 cidades. Goiânia deu 35,3% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Valdemar Lopes declarou R$ 276,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2012 e 2018, o total subiu R$ 200,6 mil acima da inflação.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Goiás em 2018.
- Valdemar LopesR$ 276,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 106,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 200,1 milDinheiro em espécie
- #Nulo#R$ 76,1 milQuotas ou quinhões de capital
- #Nulo#R$ 2Outras participações societárias
- #Nulo#R$ 2Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Valdemar Lopes declarou ao TSE R$ 722 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 476 mil, 3,4% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Porangatu (GO) · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 446,9 mil93,9%
- Fundo partidárioR$ 16,2 mil3,4%
- PessoasR$ 12,6 mil2,7%
Para onde foi
- Pessoal61 pessoas, não nomeadasR$ 100,7 mil21,2%
- EventosR$ 16,9 mil3,6%
- EscritórioR$ 6.4461,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Porangatu (GO), 2016
Valdemar Lopes: R$ 93,6 por voto (mediana da disputa, R$ 86,5). Quem venceu, Pedro Fernandes, gastou R$ 86,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 93,6; o mais barato, R$ 71,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Valdemar Lopes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Valdemar Lopes REPUBLICANOSR$ 476 mil · 5.082 votosR$ 93,6
- Pedro Fernandes PSDBR$ 877 mil · 10.141 votosR$ 86,5
- Eronildo Valadares MDBR$ 612 mil · 8.585 votosR$ 71,3
Votos por real
- 2016, prefeito: 11 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 10 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.