Valberto
Valberto Wiggers Michels · nasceu em 1963
Valberto se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 60 anos, ensino médio, técnico contabilidade, estatística, economia doméstica e administração, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Braço do Norte (SC)PT 13· esquerdaNa chapa de Dr Cleber Silvachapa não eleita412 votos da chapa, 2,0%
- 2016
- 2014Deputado federal · Santa CatarinaPT 1322· centro-esquerda· na urna, Valberto Wiggers Michelssuplente3.893 votos; 57º mais votado de 128 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Valberto teve 3.893 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 57º lugar entre 128 candidatos.
Recebeu votos em 118 cidades. Braço do Norte deu 66,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Valberto declarou R$ 71,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 382,5 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Valberto declarou ao TSE R$ 66 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Braço do Norte (SC) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.12542,1%
- PartidoR$ 4.23129%
- PessoasR$ 4.21028,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 10,1 mil69,1%
- TransporteR$ 3.31822,8%
- ServiçosR$ 9726,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2101,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Braço do Norte (SC), 2016
Valberto: R$ 31,4 por voto (mediana da disputa, R$ 31,4). Quem venceu, Perin, gastou R$ 14,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,8; o mais barato, R$ 14,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Valberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Simára Prá Pereira MDBR$ 16 mil · 288 votosR$ 56,8
- Laercio Guesser PPR$ 18 mil · 343 votosR$ 53,9
- Toninho Da Cabana PSDR$ 19 mil · 373 votosR$ 52,1
- Mario Jorge Danielski PSDR$ 14 mil · 425 votosR$ 34,1
- Torrado PTBR$ 22 mil · 683 votosR$ 32,5
- Maria Da Silva Kulkamp PPR$ 25 mil · 811 votosR$ 31,4
- Valberto PTR$ 15 mil · 464 votosR$ 31,4
- Cleia Demetrio MDBR$ 13 mil · 535 votosR$ 24,3
- Soraya Michles Richter PSDBR$ 21 mil · 918 votosR$ 23,4
- Ricardo Medeiros PSDR$ 18 mil · 980 votosR$ 18,7
- Arlete Ramos PPR$ 17 mil · 906 votosR$ 18,3
- Perin PSDR$ 13 mil · 848 votosR$ 14,9
Votos por real
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 143 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 115 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.