Apuração
Prefeito · 2016 · MDB

Vado

Oswaldo Ribeiro Junqueira Neto · nasceu em 1962

Vado se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2012MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2016.

Passou por 2 partidos: PSDB (2004), MDB (2012–2016).

PrefeitoPartidoPSDBMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, ensino médio, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Orlândia (SP)
    MDB 15· centro-direita
    eleito9.819 votos, 43,3%
  2. 2012
    Prefeito · Orlândia (SP)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito7.666 votos, 31,6%
  3. 2004
    Prefeito · Orlândia (SP)
    PSDB 45· centro-direita
    eleito13.861 votos, 64,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Vado declarou R$ 65 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 405,2 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 65 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 40.000 na declaração)

Declarou 16% da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.

  • VadoR$ 65 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 65 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Vado declarou ao TSE R$ 905 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 419 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Orlândia (SP) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 81,1 mil
50% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 81,1 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Do Movimento Democratico BrasileiroR$ 40,4 mil49,8%
  2. Próprio bolsoR$ 29,1 mil35,9%
  3. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 11,5 mil14,2%

Para onde foi

R$ 81,1 mil
O maior gasto foi com serviços: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 81,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal153 pessoas, não nomeadasR$ 23,7 mil29,2%
  2. EscritórioR$ 2.9743,7%
  3. OutrosR$ 4860,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, Orlândia (SP), 2016

Vado: R$ 8,26 por voto (mediana da disputa, R$ 18,3). O voto mais caro custou R$ 79,1; o mais barato, R$ 8,26.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 121 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 33 votos por R$ 1.000.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.