Vado do João Ferreira
Edvaldo da Costa Andrade · nasceu em 1960
Vado do João Ferreira se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, ensino médio, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Vado do João Ferreira declarou R$ 38,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 29,6 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Vado do João Ferreira declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 3,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ribeirópolis (SE) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Ribeirópolis (SE), 2020
Mediana da disputa: R$ 21,1 por voto. Quem venceu, Tiago Diretor, gastou R$ 7,15 por voto. O voto mais caro custou R$ 313; o mais barato, R$ 7,15.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Teresa Da Fazendinha PSDR$ 4,7 mil · 15 votosR$ 313
- Professora Michele DEMR$ 11 mil · 68 votosR$ 156
- Fatinha De Marieta PSDR$ 4,7 mil · 32 votosR$ 146
- Rafael Bezerra PSDR$ 4,7 mil · 74 votosR$ 63,4
- Professor João Rafael PSDR$ 5,5 mil · 214 votosR$ 25,8
- Max De Zé De Toinho DEMR$ 11 mil · 489 votosR$ 21,7
- Miguel Da Loja DEMR$ 11 mil · 504 votosR$ 21,1
- Zé Veio DEMR$ 11 mil · 520 votosR$ 20,4
- Cleiton Motorista PSDR$ 4,8 mil · 401 votosR$ 12
- Fabinho De Ginaldo SOLIDARIEDADER$ 4 mil · 382 votosR$ 10,4
- Pororoca PLR$ 3,7 mil · 471 votosR$ 7,90
- Tiago Diretor PSDR$ 4,7 mil · 654 votosR$ 7,15
Votos por real
- 2016, vereador: 180 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 587 votos por R$ 1.000, 9,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 127 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.