Fabinho de Ginaldo
José Fabio Alves da Silva · nasceu em 1990
Fabinho de Ginaldo se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2016), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 30 anos, ensino médio, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fabinho de Ginaldo declarou R$ 59,7 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador em Sergipe não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Fabinho de Ginaldo declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ribeirópolis (SE) · SOLIDARIEDADE · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 3.96398,6%
- Outros candidatosR$ 571,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Ribeirópolis (SE), 2020
Fabinho De Ginaldo: R$ 10,4 por voto (mediana da disputa, R$ 21,1). Quem venceu, Tiago Diretor, gastou R$ 7,15 por voto. O voto mais caro custou R$ 313; o mais barato, R$ 7,15.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fabinho De Ginaldo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Teresa Da Fazendinha PSDR$ 4,7 mil · 15 votosR$ 313
- Professora Michele DEMR$ 11 mil · 68 votosR$ 156
- Fatinha De Marieta PSDR$ 4,7 mil · 32 votosR$ 146
- Rafael Bezerra PSDR$ 4,7 mil · 74 votosR$ 63,4
- Professor João Rafael PSDR$ 5,5 mil · 214 votosR$ 25,8
- Max De Zé De Toinho DEMR$ 11 mil · 489 votosR$ 21,7
- Miguel Da Loja DEMR$ 11 mil · 504 votosR$ 21,1
- Zé Veio DEMR$ 11 mil · 520 votosR$ 20,4
- Cleiton Motorista PSDR$ 4,8 mil · 401 votosR$ 12
- Fabinho De Ginaldo SOLIDARIEDADER$ 4 mil · 382 votosR$ 10,4
- Pororoca PLR$ 3,7 mil · 471 votosR$ 7,90
- Tiago Diretor PSDR$ 4,7 mil · 654 votosR$ 7,15
Votos por real
- 2020, vereador: 96 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.