Tuti Cabral
Márcio Alberto Cabral · nasceu em 1958
Tuti Cabral se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PL (2004), PP (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 49 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Tuti Cabral declarou R$ 118,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Tuti CabralR$ 118,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Tuti Cabral declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,3 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Senador Firmino (MG) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.87481,4%
- PessoasR$ 26811,6%
- PartidoR$ 1617%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Senador Firmino (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 55,5 por voto. Quem venceu, Geraldo Da Zezé, gastou R$ 16,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 183; o mais barato, R$ 16,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Silvana Santos PSCR$ 5,5 mil · 30 votosR$ 183
- Acácio Araújo PTR$ 5,2 mil · 30 votosR$ 175
- Julio Da Cachoeira PTR$ 3,8 mil · 23 votosR$ 166
- Pepinha PTR$ 8,3 mil · 102 votosR$ 81,7
- Zezinho PLR$ 6,5 mil · 91 votosR$ 71,2
- Zé Figura PLR$ 6,2 mil · 88 votosR$ 70,5
- Eloisa Do Juquinha PTBR$ 15 mil · 271 votosR$ 55,5
- Letinho PTR$ 8,8 mil · 191 votosR$ 46,1
- Tone Do Cacau PLR$ 3,7 mil · 109 votosR$ 33,9
- Geraldo Carrim PPR$ 4,8 mil · 155 votosR$ 31,1
- Lucas PLR$ 4 mil · 134 votosR$ 29,5
- Geraldo Da Zezé PSDBR$ 4,1 mil · 249 votosR$ 16,4
Votos por real
- 2008, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 179 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.