Apuração
Vereador · 2008 · PL

Tone do Cacau

Antonio Nogueira de Barros · nasceu em 1959

Tone do Cacau disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Senador Firmino (MG)), pelo PL: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPL2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 49 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PL 22344· direita
    suplente109 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Tone do Cacau declarou R$ 291,2 mil em bens, em reais de hoje: 5,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 291,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 108.000 na declaração)

Declarou 5,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Tone do CacauR$ 291,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 291,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Tone do Cacau declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Senador Firmino (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 3.697
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.697.
  1. Próprio bolsoR$ 3.26188,3%
  2. PessoasR$ 2737,4%
  3. Outros candidatosR$ 1614,3%

Para onde foi

R$ 3.697
O maior gasto foi com outros: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.697.
  1. OutrosR$ 2.04055,2%
  2. TransporteR$ 1.30135,2%
  3. Material impressoR$ 3539,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Senador Firmino (MG), 2008

Tone Do Cacau: R$ 33,9 por voto (mediana da disputa, R$ 55,5). Quem venceu, Geraldo Da Zezé, gastou R$ 16,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 183; o mais barato, R$ 16,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tone Do Cacau. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Silvana Santos PSCR$ 5,5 mil · 30 votosR$ 183
  • Acácio Araújo PTR$ 5,2 mil · 30 votosR$ 175
  • Julio Da Cachoeira PTR$ 3,8 mil · 23 votosR$ 166
  • Pepinha PTR$ 8,3 mil · 102 votosR$ 81,7
  • Zezinho PLR$ 6,5 mil · 91 votosR$ 71,2
  • Zé Figura PLR$ 6,2 mil · 88 votosR$ 70,5
  • Eloisa Do Juquinha PTBR$ 15 mil · 271 votosR$ 55,5
  • Letinho PTR$ 8,8 mil · 191 votosR$ 46,1
  • Tone Do Cacau PLR$ 3,7 mil · 109 votosR$ 33,9
  • Geraldo Carrim PPR$ 4,8 mil · 155 votosR$ 31,1
  • Lucas PLR$ 4 mil · 134 votosR$ 29,5
  • Geraldo Da Zezé PSDBR$ 4,1 mil · 249 votosR$ 16,4

Votos por real

  • 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.