Apuração
Prefeito · 2012 · PRTB

Tulio Ferrim

Tulio Rodrigues da Luz · nasceu em 1948

Tulio Ferrim se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2008PRTB2012PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004), PRTB (2008–2012).

PrefeitoVereadorPartidoCIDADANIAPRTB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 64 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Boca do Acre (AM)
    PRTB 28· direita
    não eleito22 votos, 0,3%
  2. 2008
    Prefeito · Boca do Acre (AM)
    PRTB 28· direita· na urna, Ferrinho
    candidatura não chegou à urna
  3. 2004
    Vereador · Boca do Acre (AM)
    CIDADANIA 23333· centro· na urna, Ferrinho
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Tulio Ferrim declarou R$ 328,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 113 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 328,7 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 150.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Amazonas em 2012.

  • Tulio FerrimR$ 328,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 416,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 552,7 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 328,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Tulio Ferrim declarou ao TSE R$ 3,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Boca do Acre (AM) · PRTB · não eleito

De onde veio

R$ 3.249
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 3.249
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: prefeito, Boca do Acre (AM), 2012

Tulio Ferrim: R$ 148 por voto (mediana da disputa, R$ 112). Quem venceu, Iran Lima, gastou R$ 112 por voto. O voto mais caro custou R$ 148; o mais barato, R$ 109.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tulio Ferrim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 6,8 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.