Tuco Damke
Sergio Inacio Damke · nasceu em 1962
Tuco Damke se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Tuco Damke declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 1,3 mi acima da inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Tuco DamkeR$ 1,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Alvenaria matricula R.1/13019R$ 635,5 milCasa
- Lote urbano n. 11R$ 525,9 milPrédio comercial
- Lote n. 9, matricula 13660R$ 328,7 milPrédio comercial
- Caminhão VW 1690R$ 61,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Toyota corollaR$ 55,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhão FORD/11000R$ 41,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhão GM basculanteR$ 39,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 95% Cotas empresa damke e damke LTDAR$ 31,2 milQuotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Tuco Damke declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Cerro Largo (RS) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.78261,5%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 3.68233,4%
- PartidoTudo de Direção Estadual/DistritalR$ 5555%
Para onde foi
- EscritórioR$ 1.25911,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6506,1%
- PessoalR$ 3253,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Cerro Largo (RS), 2012
Tuco Damke: R$ 23 por voto (mediana da disputa, R$ 37,9). Quem venceu, Paulo Kipper, gastou R$ 20,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 20,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tuco Damke. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Loiva Da Cruz PTR$ 9,2 mil · 84 votosR$ 109
- Valdemar Pinto Kilca - Boca MDBR$ 8,8 mil · 85 votosR$ 104
- Altevir Medeiros PPR$ 16 mil · 178 votosR$ 88,7
- Carmo Mumbach MDBR$ 14 mil · 230 votosR$ 62,3
- Nelson Luiz Sulzbacher PPR$ 16 mil · 334 votosR$ 47,8
- Neivo Jose Schmidt PPR$ 19 mil · 411 votosR$ 46,4
- Tarso Weber PTR$ 11 mil · 284 votosR$ 37,9
- Valdir München MDBR$ 15 mil · 401 votosR$ 37,6
- Vanise Beatriz Brum PPR$ 9,1 mil · 345 votosR$ 26,4
- Pedro Butzen PPR$ 11 mil · 470 votosR$ 23,5
- Tuco Damke MDBR$ 11 mil · 461 votosR$ 23
- Paulo Kipper MDBR$ 9,9 mil · 482 votosR$ 20,5
Votos por real
- 2012, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.