Apuração
Prefeito · 2012 · PSD

Trinca

Antonio Jorge Trinca · nasceu em 1954

Trinca disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (Indaiatuba (SP)), pelo PSD: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,42← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSD2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Indaiatuba (SP)
    PSD 55· direita
    não eleito18.002 votos, 17,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Trinca declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 3,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 700.863 na declaração)

Declarou 3,2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2012.

  • TrincaR$ 1,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 473,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 590,4 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Uam casa residencialR$ 1,2 mi
    Casa
  2. Veiculo kia cerato ano 2010/2010R$ 120,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Veiculo alfa romeu 156 /ano 1999R$ 65,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Veiculo citroen C4-PALLAS ANO2007/2008R$ 65,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Quotas integralizadas do capital social da empresa publicR$ 32,9 mil
    Outras participações societárias
  6. Aplicação em título de capitalização hsbcR$ 4.082
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Trinca declarou ao TSE R$ 386 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · Indaiatuba (SP) · PSD · não eleito

De onde veio

R$ 385,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 23 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 385,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas23 pessoas, não nomeadasR$ 184,2 mil47,7%
  2. Próprio bolsoR$ 36,8 mil9,5%
  3. PartidoTudo de Direção MunicipalR$ 23,6 mil6,1%

Para onde foi

R$ 385,8 mil
O maior gasto foi com pessoal: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 385,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal61 pessoas, não nomeadasR$ 159,3 mil41,3%
  2. OutrosR$ 17,1 mil4,4%
  3. EventosR$ 6.8931,8%
  4. ServiçosR$ 1.8950,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Indaiatuba (SP), 2012

Trinca: R$ 21,4 por voto (mediana da disputa, R$ 19,6). Quem venceu, Reinaldo Nogueira, gastou R$ 19,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 140; o mais barato, R$ 0,23.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Trinca. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 47 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.