Trage
Fernando Vanin Trage · nasceu em 1957
Trage se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Trage declarou R$ 410,9 mil em bens, em reais de hoje: 7,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 148,9 mil acima da inflação.
Declarou 7,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- TrageR$ 410,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Valores em conta correnteR$ 203,8 milConta corrente no país
- Fração de terras de culturaR$ 78,6 milTerra nua
- Fração de terras de cultura com area de 5.000M2R$ 53,9 milTerra nua
- Automovel VW fox 1.0 giiR$ 43,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automovel VW gol 1.0R$ 31,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Trage declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 13 mil, 2,2% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Três de Maio (RS) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 10,9 mil83,6%
- PartidoR$ 1.41510,9%
- Outros candidatosR$ 7225,5%
Para onde foi
- InternetR$ 8.88773,9%
- Material impressoR$ 2.27318,9%
- TransporteR$ 8557,1%
- EscritórioR$ 130,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Três de Maio (RS), 2020
Trage: R$ 90,4 por voto (mediana da disputa, R$ 16,5). Quem venceu, Antonio De Oliveira, gastou R$ 4,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 95,1; o mais barato, R$ 4,72.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Trage. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luísa De Vargas PTR$ 6,4 mil · 67 votosR$ 95,1
- Trage PTR$ 12 mil · 133 votosR$ 90,4
- Professora Lúcia PTR$ 8,5 mil · 251 votosR$ 33,8
- Gilceia Ceia PPR$ 11 mil · 508 votosR$ 21,2
- Professor Géferson PTR$ 8,3 mil · 456 votosR$ 18,3
- Diogo Wolf PTR$ 10 mil · 622 votosR$ 16,7
- Maguila PPR$ 7,8 mil · 473 votosR$ 16,5
- Gerson Jaime Rodrigues PPR$ 7,1 mil · 464 votosR$ 15,3
- Professor Flavio Pagel MDBR$ 4,7 mil · 347 votosR$ 13,6
- Barbeiro PPR$ 9 mil · 777 votosR$ 11,6
- João Mella PTBR$ 5,3 mil · 590 votosR$ 8,95
- Antonio De Oliveira PPR$ 6,5 mil · 1.382 votosR$ 4,72
Votos por real
- 2020, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.