Toshio Misato
nasceu em 1957
Toshio Misato se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPSDB 45045· centro-direitasuplente22.334 votos; 214º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Toshio Misato teve 22.334 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 214º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 235 cidades. Ourinhos deu 68,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Toshio Misato declarou R$ 300,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 443,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.
- Toshio MisatoR$ 300,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Imóvel residencial situado rua salim abuhamadR$ 148,2 milCasa
- Automóvel marca citroen modelo C4PIC ano/mod 2008/2009R$ 144,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasilR$ 7.919Conta corrente no país
- Caixa econômica federalR$ 382Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Toshio Misato declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 652 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Ourinhos (SP) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas34 pessoas, não nomeadasR$ 182,2 mil84,5%
- Próprio bolsoR$ 17,3 mil8%
- Fundo partidárioTudo de Partido Da Social Democracia BrasileiraR$ 16,2 mil7,5%
Para onde foi
- Pessoal18 pessoas, não nomeadasR$ 31,2 mil8,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 13 mil3,4%
- OutrosR$ 3.2060,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ourinhos (SP), 2016
Toshio Misato: R$ 27 por voto (mediana da disputa, R$ 7,82). Quem venceu, Lucas Pocay, gastou R$ 7,82 por voto. O voto mais caro custou R$ 27; o mais barato, R$ 0,12.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Toshio Misato. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toshio Misato PSDBR$ 386 mil · 14.328 votosR$ 27
- Mário Ferreira PTR$ 42 mil · 3.546 votosR$ 11,7
- Lucas Pocay PSDR$ 268 mil · 34.247 votosR$ 7,82
- Professor Robson Sanches PRTBR$ 324 · 2.812 votosR$ 0,12
Votos por real
- 2016, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 59 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 38 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 48 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.