Apuração
Prefeito · 2020 · PODE

Toninho Feldmann

Antônio Roque Feldmann · nasceu em 1968

Toninho Feldmann se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PDT2016MDB2018PSD2020PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PDT (2012), MDB (2016), PSD (2018), PODE (2020).

Dep. federalPrefeitoVice-prefeitoPartidoPDTMDBPSDPODE20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, superior completo, agente administrativo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Caxias do Sul (RS)
    PODE 19· direita
    não eleito1.847 votos, 0,8%
  2. 2018
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PSD 5550· direita
    suplente5.633 votos; 132º mais votado de 404 no estado
  3. 2016
    Vice-prefeito · Caxias do Sul (RS)
    MDB 12· centro-direita· na urna, Antonio Roque Feldmann
    Na chapa de Néspolo
    chapa não eleita102.044 votos da chapa, 43,5%; 2º turno, 37,2%
  4. 2012
    Vice-prefeito · Caxias do Sul (RS)
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Antonio Feldmann
    chapa eleita137.689 votos da chapa, 57,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Toninho Feldmann teve 5.633 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 132º lugar entre 404 candidatos.

Recebeu votos em 158 cidades. Caxias do Sul deu 72,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,4%.

5.633 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 5.633 votos.
  1. Caxias do Sul (RS)4.102 votos72,8%
  2. Bento Gonçalves (RS)431 votos7,7%
  3. Vacaria (RS)120 votos2,1%
  4. Porto Alegre (RS)115 votos2%
  5. Cambará do Sul (RS)82 votos1,5%
  6. Outras 143 cidades483 votos8,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Toninho Feldmann declarou R$ 428,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 73,5 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 428,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 298.500 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Toninho FeldmannR$ 428,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 428,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Apartamento em caxias do sulR$ 359,1 mil
    Apartamento
  2. Automóvel siena ano 2012R$ 35,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Box de garagemR$ 25,9 mil
    Outros bens e direitos
  4. Saldo em conta banco do brasilR$ 7.182
    Caderneta de poupança
  5. Saldo no banco banrisulR$ 718
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Toninho Feldmann declarou ao TSE R$ 174 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 108 mil, 70% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Caxias do Sul (RS) · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 65,7 mil
75% veio de fundos públicos; 13 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 65,7 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Partido Podemos - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 49,1 mil74,8%
  2. Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 9.83615%
  3. Próprio bolsoR$ 5.8028,8%
  4. VaquinhaR$ 9061,4%
  5. Outros candidatosR$ 6< 0,1%

Para onde foi

R$ 82,1 mil
O maior gasto foi com serviços: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 82,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 5210,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, Caxias do Sul (RS), 2020

Toninho Feldmann: R$ 44,5 por voto (mediana da disputa, R$ 39,4). Quem venceu, Adiló, gastou R$ 55,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 111; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Toninho Feldmann. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 51 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.