Toninho de Freitas
Antonio Carlos Toninho de Freitas · nasceu em 1955
Toninho de Freitas se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PP (2002), PTB (2008), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2002Deputado estadual · Espírito SantoPP 11140· direitasuplente14.543 votos; 33º mais votado de 334 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Toninho de Freitas teve 14.543 votos para deputado estadual, 0,9% dos votos válidos do estado: 33º lugar entre 334 candidatos.
Recebeu votos em 52 cidades. Linhares deu 66,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Toninho de Freitas declarou R$ 358,9 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 85,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2016.
- Toninho de FreitasR$ 358,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 121 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Toninho de Freitas declarou ao TSE R$ 358 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 278 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Linhares (ES) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 40,2 mil50,1%
- PartidoR$ 23,8 mil29,7%
- EmpresasR$ 16,3 mil20,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 44,1 mil54,9%
- ServiçosR$ 20,1 mil25%
- Material impressoR$ 16,1 mil20%
Quanto custou cada voto: vereador, Linhares (ES), 2008
Toninho De Freitas: R$ 58,5 por voto (mediana da disputa, R$ 43,5). Quem venceu, Tarcisio Silva, gastou R$ 32,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 308; o mais barato, R$ 32,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Toninho De Freitas. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Elias PC do BR$ 56 mil · 182 votosR$ 308
- Ademir Lima PSLR$ 110 mil · 1.529 votosR$ 71,7
- Dr. Amantino MDBR$ 80 mil · 1.199 votosR$ 66,5
- Fabricio PSDBR$ 77 mil · 1.248 votosR$ 61,6
- Toninho De Freitas PTBR$ 80 mil · 1.372 votosR$ 58,5
- Bill MDBR$ 64 mil · 1.152 votosR$ 55,4
- Gelson Suave PSDBR$ 77 mil · 1.758 votosR$ 43,5
- Zeca Correia PTBR$ 63 mil · 1.557 votosR$ 40,7
- Juninho PSDBR$ 66 mil · 1.722 votosR$ 38,4
- Milton Colega Filho PSDBR$ 79 mil · 2.129 votosR$ 37,3
- Juca Gama PTBR$ 76 mil · 2.217 votosR$ 34,4
- Tarcisio Silva PSBR$ 55 mil · 1.721 votosR$ 32,2
Votos por real
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 52 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.