Toninho Charalo
Antonio Charalo Filho · nasceu em 1960
Toninho Charalo se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Toninho Charalo declarou R$ 249,4 mil em bens, em reais de hoje: 5,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 28,3 mil acima da inflação.
Declarou 5,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Toninho CharaloR$ 249,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Toyota corola 2013/2014 placaR$ 100,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um terreno de 375 metros quadradoR$ 65 milTerreno
- Terreno rural 25 % lote de terra com aérea de 62.436…R$ 32,5 milTerreno rural
- Um terreno de 437R$ 15,4 milTerreno
- Um terreno de 437R$ 14,6 milCasa
- Um terreno de 184R$ 10,6 milTerreno
- Um terreno de 301R$ 10,6 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Toninho Charalo declarou ao TSE R$ 6,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Iguaraçu (PR) · PSDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.11775,9%
- Próprio bolsoR$ 1.45721,6%
- Outros candidatosR$ 1682,5%
Para onde foi
- PessoalR$ 4.79371,1%
- Material impressoR$ 81612,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 81012%
- ServiçosR$ 3244,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Iguaraçu (PR), 2016
Toninho Charalo: R$ 61,3 por voto (mediana da disputa, R$ 15,9). Quem venceu, Zequinha, gastou R$ 3,16 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,3; o mais barato, R$ 3,16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Toninho Charalo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Toninho Charalo PSDBR$ 6,7 mil · 110 votosR$ 61,3
- Caio Sparapan MDBR$ 5,7 mil · 232 votosR$ 24,4
- Jonas Araújo CIDADANIAR$ 3,9 mil · 170 votosR$ 22,7
- Léia Do Nene PSDBR$ 492 · 27 votosR$ 18,2
- Gilda Do Avon PSDBR$ 492 · 28 votosR$ 17,6
- Professsor Claudio PPR$ 1,1 mil · 66 votosR$ 16
- Prosessora Miriam PROSR$ 492 · 31 votosR$ 15,9
- Duca PSDR$ 2,9 mil · 185 votosR$ 15,7
- Fabio Titato PSDBR$ 2,8 mil · 241 votosR$ 11,4
- Keko Dentista PSDBR$ 492 · 55 votosR$ 8,95
- Chimbica PTBR$ 492 · 109 votosR$ 4,52
- Zequinha PRPR$ 492 · 156 votosR$ 3,16
Votos por real
- 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 148 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 197 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.