Toni
Gladistone da Silva · nasceu em 1991
Toni se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PSDB (2012–2016), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 29 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Forquetinha (RS)PTB 14· centro-direitaNa chapa de Marcelo Schmitzchapa não eleita1.010 votos da chapa, 46,1%
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Toni declarou R$ 227,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 187,1 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Toni declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Forquetinha (RS) · PSDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.20595,3%
- PessoasR$ 2753,6%
- PartidoR$ 811,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3094,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Forquetinha (RS), 2016
Toni: R$ 59,5 por voto (mediana da disputa, R$ 84,6). Quem venceu, Clarice Groders, gastou R$ 52,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 230; o mais barato, R$ 47,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Toni. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gerson PPR$ 9 mil · 39 votosR$ 230
- Dr Djacir De Lima Freitas PPR$ 8,3 mil · 46 votosR$ 181
- Noeli PPR$ 6,9 mil · 55 votosR$ 125
- Sergio Dietrich PPR$ 7,4 mil · 59 votosR$ 125
- Vanusa PPR$ 5,4 mil · 44 votosR$ 123
- Mercio PPR$ 5,4 mil · 61 votosR$ 88,9
- Ines Feil PPR$ 7,5 mil · 89 votosR$ 84,6
- Kruger PPR$ 7,4 mil · 108 votosR$ 68,2
- Toni PSDBR$ 7,6 mil · 127 votosR$ 59,5
- Dorval PPR$ 8,7 mil · 159 votosR$ 54,5
- Clarice Groders PPR$ 5,4 mil · 103 votosR$ 52,7
- Paulo Becker PPR$ 3,8 mil · 80 votosR$ 47,6
Votos por real
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.