Tomé Pierre
Tome Pierre de Souza · nasceu em 1951
Tomé Pierre se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSC (2004–2008), PDT (2012), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 68 anos, até o fundamental, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Tomé Pierre declarou R$ 449,2 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 899 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Tomé PierreR$ 449,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Contrutora pierre dorense LTDA MER$ 197,2 milQuotas ou quinhões de capital
- Retroescavadeira FB8 ano 1994R$ 109,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Retroescavadeira FB8 ano 1994R$ 109,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécieR$ 17,5 milDinheiro em espécie
- Santana quantum ano 1993/1994R$ 15,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tomé Pierre declarou ao TSE R$ 62 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 36 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Dores do Indaiá (MG) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.69869,6%
- Outros candidatosR$ 56623,2%
- Fundo eleitoralR$ 1757,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Dores do Indaiá (MG), 2020
Tomé Pierre: R$ 32,7 por voto (mediana da disputa, R$ 22,6). Quem venceu, Karla Araújo, gastou R$ 7,68 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.048; o mais barato, R$ 7,68.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tomé Pierre. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fernanda Suellen PATRIOTAR$ 7,3 mil · 7 votosR$ 1.048
- Amanda Gonçalves PATRIOTAR$ 10 mil · 131 votosR$ 76,6
- Tomé Pierre REPUBLICANOSR$ 1,7 mil · 52 votosR$ 32,7
- Osanam Do Bazar REPUBLICANOSR$ 4,4 mil · 174 votosR$ 25,4
- Leo Bombril REPUBLICANOSR$ 6 mil · 254 votosR$ 23,7
- Evamir Professor MDBR$ 1,7 mil · 74 votosR$ 22,9
- Crystian Advogado MDBR$ 3 mil · 133 votosR$ 22,6
- Heber Dias PSDR$ 2,4 mil · 114 votosR$ 20,9
- Naldinho Gás PSDR$ 2,9 mil · 180 votosR$ 16,3
- Flávio Caboclo PODER$ 2,3 mil · 229 votosR$ 9,96
- Silvio Silva MDBR$ 3,1 mil · 327 votosR$ 9,37
- Karla Araújo PSLR$ 1,6 mil · 213 votosR$ 7,68
Votos por real
- 2020, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 6,8 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 71 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.