Tome Pedroso
Jari Tome da Silva Pedroso · nasceu em 1955
Tome Pedroso disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Itacurubi (RS)), pelo PDT: eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Tome Pedroso declarou R$ 173,8 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Tome PedrosoR$ 173,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma casa de moradia no municipio de itacurubiR$ 89,4 milCasa
- Uma camionete fiat strada ano 2014/2014R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um automovel passat ford fiesta ano 1996/1996R$ 19,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma fração de campo e matoR$ 16,2 milTerra nua
- Uma moto yamaha 125 eR$ 8.123Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Tome Pedroso declarou ao TSE R$ 9,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Itacurubi (RS) · PDT · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.56694,6%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4865,4%
Para onde foi
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 2.10523,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Itacurubi (RS), 2016
Tome Pedroso: R$ 76,2 por voto (mediana da disputa, R$ 67,2). Quem venceu, Luiz Carlos, gastou R$ 33 por voto. O voto mais caro custou R$ 985; o mais barato, R$ 33.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tome Pedroso. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mara Belmonte PDTR$ 6,9 mil · 7 votosR$ 985
- Rita Carvalho PDTR$ 6,9 mil · 18 votosR$ 385
- Paulo Machado PDTR$ 7,7 mil · 60 votosR$ 128
- Clezio PPR$ 11 mil · 93 votosR$ 114
- Regina Rodrigues PDTR$ 8,1 mil · 75 votosR$ 108
- Tome Pedroso PDTR$ 9 mil · 118 votosR$ 76,2
- Bastião PDTR$ 7,7 mil · 114 votosR$ 67,2
- Jorge Rigon PDTR$ 7,6 mil · 127 votosR$ 60,2
- Ione PPR$ 7 mil · 122 votosR$ 57,4
- Manduca PDTR$ 8,6 mil · 156 votosR$ 54,9
- Diones PDTR$ 11 mil · 247 votosR$ 44,1
- Luiz Carlos PPR$ 6,8 mil · 206 votosR$ 33
Votos por real
- 2016, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.