Tomé
Antonio Carlos de Brito Tomé · nasceu em 1973
Tomé se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 4 partidos: MDB (2008), PDT (2012–2016), PL (2020), AVANTE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Tomé declarou R$ 165,7 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 106,4 mil acima da inflação.
Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- ToméR$ 165,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tomé declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · América Dourada (BA) · PL · eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, América Dourada (BA), 2020
Tomé: R$ 3,09 por voto (mediana da disputa, R$ 15). Quem venceu, Gê, gastou R$ 3,03 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,8; o mais barato, R$ 3,03.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tomé. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gileide Gomes PLR$ 2,9 mil · 54 votosR$ 52,8
- Cristiano Lampião PTR$ 9,9 mil · 225 votosR$ 44
- Presbitero Acacio Silva PSDR$ 2,4 mil · 65 votosR$ 37,4
- Pró Mariza PC do BR$ 1,9 mil · 66 votosR$ 28,3
- Ziane Lima PSDR$ 2,8 mil · 113 votosR$ 25,1
- Dione Do Mulungu PTR$ 4 mil · 222 votosR$ 18,1
- Cosme De Lié PTR$ 3,5 mil · 236 votosR$ 15
- Geovan Queiroz PC do BR$ 4,4 mil · 566 votosR$ 7,80
- Debora Do Sindicato PC do BR$ 1,9 mil · 293 votosR$ 6,38
- Eneda PC do BR$ 3,3 mil · 580 votosR$ 5,71
- Tomé PLR$ 1,9 mil · 620 votosR$ 3,09
- Gê PLR$ 2,1 mil · 695 votosR$ 3,03
Votos por real
- 2020, vereador: 323 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 101 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.