Apuração
Prefeito · 2004 · PSDB

Tomaz Brandao

Tomaz Antonio Brandao · nasceu em 1942

Tomaz Brandao se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSDB2004PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSDB.

Dep. estadualPrefeitoPartidoPSDB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 62 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor publico). O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · São Benedito (CE)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito8.244 votos, 33,1%
  2. 2002
    Deputado estadual · Ceará
    PSDB 45137· centro-direita· na urna, Tomaz Brandão
    suplente17.171 votos; 65º mais votado de 397 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Tomaz Brandao teve 17.171 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 65º lugar entre 397 candidatos.

Recebeu votos em 112 cidades. São Benedito deu 49,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,7%.

17.171 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 17.171 votos.
  1. São Benedito (CE)8.536 votos49,7%
  2. Fortaleza (CE)1.460 votos8,5%
  3. Ibaretama (CE)989 votos5,8%
  4. Graça (CE)948 votos5,5%
  5. Paracuru (CE)867 votos5%
  6. Outras 97 cidades1.420 votos8,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Tomaz Brandao declarou ao TSE R$ 377 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 231 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · São Benedito (CE) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 231 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 231 mil
O maior gasto foi com material impresso: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 231 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 53,6 mil23,2%
  2. TransporteTudo de Comercial De Petroleo Filizola LtdaR$ 16,3 mil7,1%
  3. EscritórioR$ 8800,4%

Quanto custou cada voto: prefeito, São Benedito (CE), 2004

Tomaz Brandao: R$ 28 por voto (mediana da disputa, R$ 28). Quem venceu, Dr Haroldo, gastou R$ 14,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,7; o mais barato, R$ 14,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tomaz Brandao. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 36 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 118 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.