Tomate
Milton Antonio Bevilaqua · nasceu em 1962
Tomate disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Marema (SC)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 41 anos, superior completo, empresario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Tomate declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Marema (SC) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteTudo de Odair Luiz TonettiR$ 22,3 mil58%
- ServiçosTudo de Lairton BoinR$ 8.40621,9%
- EscritórioR$ 6481,7%
- PessoalR$ 2050,5%
- EventosR$ 330,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Marema (SC), 2004
Tomate: R$ 46 por voto (mediana da disputa, R$ 46). Quem venceu, Tedesco, gastou R$ 71,4 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tomate. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2004, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.