Tito Sangalli
Vilson Miguel Sangalli · nasceu em 1953
Tito Sangalli disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Palmitos (SC)), pelo PL: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 51 anos, até o fundamental, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Tito Sangalli declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Palmitos (SC) · PL · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 20,2 mil50,2%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal Para VereadorR$ 20 mil49,8%
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto Tio Tito Ltda.R$ 5.86414,6%
- EscritórioR$ 750,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Palmitos (SC), 2004
Tito Sangalli: R$ 7,78 por voto (mediana da disputa, R$ 2,72). Quem venceu, Celso Knapp, gastou R$ 2,72 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tito Sangalli. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tito Sangalli PLR$ 40 mil · 5.158 votosR$ 7,78
- Celso Knapp MDBR$ 14 mil · 5.311 votosR$ 2,72
Votos por real
- 2004, prefeito: 128 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.