Tio Louro
Domingos Borges Pereira · nasceu em 1953
Tio Louro se candidatou em 6 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2006–2016), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, ensino médio, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016Vice-prefeito · Candeal (BA)MOBILIZA 45· centro-direitaNa chapa de Tadeuchapa não eleita2.603 votos da chapa, 42,9%
- 2012
- 2010Deputado estadual · BahiaMOBILIZA 33354· centro-direitasuplente401 votos; 469º mais votado de 588 no estado
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloMOBILIZA 33354· centro-direita· na urna, Domingos Borgesnão eleito330 votos; 1263º mais votado de 1.520 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Tio Louro teve 401 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 469º lugar entre 588 candidatos.
Recebeu votos em 20 cidades. Candeal deu 61,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,8%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Tio Louro declarou R$ 524,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 285,1 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito na Bahia em 2020.
- Tio LouroR$ 524,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 459,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 646,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Tio Louro declarou ao TSE R$ 258 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 221 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Candeal (BA) · PT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Dos Trabalhadores - Bahia - Ba - EstadualR$ 14,6 mil59,4%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 6.79327,6%
- Próprio bolsoR$ 3.19113%
Para onde foi
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 11,7 mil62,1%
- Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 5.66129,9%
- Material impressoTudo de Antonio Carlos Da Silva De Serrinha LtdaR$ 1.5208%
Quanto custou cada voto: prefeito, Candeal (BA), 2020
Tio Louro: R$ 129 por voto (mediana da disputa, R$ 18,9). Quem venceu, Everton Cerqueira, gastou R$ 18,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 129; o mais barato, R$ 0,94.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tio Louro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tio Louro PTR$ 19 mil · 147 votosR$ 129
- Everton Cerqueira DEMR$ 62 mil · 3.274 votosR$ 18,9
- Milena De Tadeu SOLIDARIEDADER$ 2,5 mil · 2.700 votosR$ 0,94
Votos por real
- 2020, prefeito: 7,8 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 0,48 votos por R$ 1.000, 2% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 105 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 6,2 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.