Timiga
Mauricio Borges de Carvalho · nasceu em 1966
Timiga se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, ensino médio, trabalhador de construção civil, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Timiga declarou R$ 13 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 98,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 44% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- TimigaR$ 13 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Timiga declarou ao TSE R$ 634 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 534.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Planura (MG) · PTB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 32460,6%
- Outros candidatosR$ 21039,4%
Para onde foi
- ServiçosR$ 32460,6%
- Material impressoR$ 21039,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Planura (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 24,8 por voto. Quem venceu, Celso Cabeleireiro, gastou R$ 16,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 44; o mais barato, R$ 15,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Faustinho PTBR$ 11 mil · 256 votosR$ 44
- Lucas Do Juréia PLR$ 11 mil · 273 votosR$ 39,9
- Osvaldo Do Badi PVR$ 4,6 mil · 134 votosR$ 34,4
- Juninho Do Betim PLR$ 7,2 mil · 244 votosR$ 29,4
- Peitim PLR$ 4,4 mil · 164 votosR$ 27
- Osmandão PTR$ 4,2 mil · 167 votosR$ 25
- Rodrigo Carteiro PHSR$ 7 mil · 283 votosR$ 24,8
- Rui Junior PSDR$ 4,9 mil · 201 votosR$ 24,4
- João Do Telefone PVR$ 3,2 mil · 136 votosR$ 23,7
- Tarcisio Pimenta PSCR$ 3,9 mil · 193 votosR$ 20,1
- Celso Cabeleireiro PHSR$ 5,1 mil · 299 votosR$ 16,9
- Ze Do Orlando PLR$ 3,2 mil · 211 votosR$ 15,2
Votos por real
- 2016, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 172 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.