Osmando Gomes de Oliveira
nasceu em 1965
Osmando Gomes de Oliveira se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), PT (2008–2016), PODE (2020), PT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, até o fundamental, administrador, cor preta. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2020, preta em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Osmando Gomes de Oliveira declarou R$ 114,9 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 46,9 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Osmando Gomes de OliveiraR$ 114,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Osmando Gomes de Oliveira declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 23 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Planura (MG) · PODE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 28350,1%
- Outros candidatosR$ 28249,9%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Planura (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,8 por voto. Quem venceu, Joãozinho Da Laje, gastou R$ 6,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 54,1; o mais barato, R$ 6,50.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Luiz Dú SOLIDARIEDADER$ 1,8 mil · 34 votosR$ 54,1
- Flavia Do Robinho MDBR$ 4,7 mil · 130 votosR$ 36,4
- Faustinho SOLIDARIEDADER$ 7 mil · 249 votosR$ 28,1
- Fabiana Zancheta SOLIDARIEDADER$ 1,3 mil · 50 votosR$ 26,9
- Jonas Ferreira SOLIDARIEDADER$ 1,8 mil · 107 votosR$ 17,2
- Nenê Turmeiro PTBR$ 4 mil · 312 votosR$ 12,8
- Rui Junior PPR$ 1,5 mil · 137 votosR$ 11
- Tarcisio Pimenta PDTR$ 2,9 mil · 289 votosR$ 10,1
- Rodrigo Carteiro PPR$ 1,5 mil · 196 votosR$ 7,91
- Herbert Xuliu PTBR$ 2,2 mil · 302 votosR$ 7,27
- Joãozinho Da Laje SOLIDARIEDADER$ 1,7 mil · 255 votosR$ 6,50
Votos por real
- 2020, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 40 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.