Tigrinho
Adalberto Alorino de Almeida · nasceu em 1978
Tigrinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PP (2004–2008), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Tigrinho declarou R$ 857 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 751,2 mil acima da inflação.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2020.
- TigrinhoR$ 857 mil
- Mediana dos candidatosR$ 489,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 574,6 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 13 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Parte da Chacara no 05 com area de 375 m2 situado na Rua…R$ 287,3 milTerreno
- Quotas de participação na em´presa almeida automotivos lda…R$ 215,5 milQuotas ou quinhões de capital
- Haver de almeida serviços automovitos EIRELIR$ 139,2 milOutros fundos
- Um automóvel ford/fusion ano 2010 placas EQF 9531…R$ 71,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Brasilprev VGBLR$ 51,5 milOutros fundos
- DisponibilidadesR$ 35,9 milOutros fundos
- Fundo de investimento c.e.f S/AR$ 24 milOutros fundos
- Dinheiro em espécieR$ 21,5 milDinheiro em espécie
- Poupança banrisul SAR$ 7.244Outros fundos
- C/c banco do brasil S/AR$ 1.682Outros fundos
- Aplicação banrisul S/AR$ 1.149Outros fundos
- C/c banrisul S/AR$ 141Outros fundos
- Socio quotista da cooperativa de prest serv dos trab do…R$ 108Outros fundos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Tigrinho declarou ao TSE R$ 106 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 95 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Guaporé (RS) · PTB · não eleito
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 80,7 mil85,1%
- Próprio bolsoR$ 14,2 mil14,9%
Para onde foi
- Pessoal14 pessoas, não nomeadasR$ 30,5 mil32,5%
- OutrosTudo de Mantovani Souza Ltda.R$ 9.1999,8%
- ServiçosR$ 4.4374,7%
- InternetR$ 2.1232,3%
- EscritórioR$ 3230,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Guaporé (RS), 2020
Tigrinho: R$ 34,9 por voto (mediana da disputa, R$ 15,8). Quem venceu, Valdir Fabris, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 34,9; o mais barato, R$ 14,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tigrinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tigrinho PTBR$ 94 mil · 2.692 votosR$ 34,9
- Mazutti PPR$ 81 mil · 5.152 votosR$ 15,8
- Valdir Fabris PDTR$ 97 mil · 6.895 votosR$ 14,1
Votos por real
- 2020, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 147 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 510 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.