Tiãozinho
Sebastião Vicente de Paula Pereira · nasceu em 1960
Tiãozinho disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Ijaci (MG)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 44 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Tiãozinho declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Ijaci (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- EmpresasTudo de Pereira E T Comércio LtdaR$ 15,6 mil70,1%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 6.51629,3%
- PartidoR$ 1300,6%
Para onde foi
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 9.44842,5%
- Eventos3 pessoas, não nomeadasR$ 4.92022,1%
- PesquisasTudo de Mda PesquisaR$ 3.25814,6%
- TransporteTudo de Posto ManezãoR$ 1.1405,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ijaci (MG), 2004
Tiãozinho: R$ 21,9 por voto (mediana da disputa, R$ 40,8). Quem venceu, Fia, gastou R$ 117 por voto. O voto mais caro custou R$ 117; o mais barato, R$ 21,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tiãozinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2004, prefeito: 46 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.