Apuração
Vereador · 2012 · REPUBLICANOS

Thyago Britto

Thyago de Andrade Britto · nasceu em 1987

Thyago Britto se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PDT2012REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2008), REPUBLICANOS (2012).

VereadorPartidoPDTREPUBLICANOS200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 25 anos, superior incompleto. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Propriá (SE)
    REPUBLICANOS 10123· direita
    não eleito357 votos
  2. 2008
    Vereador · Propriá (SE)
    PDT 12312· centro-esquerda
    suplente339 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Thyago Britto declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Propriá (SE) · REPUBLICANOS · não eleito

De onde veio

R$ 10,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 5.20349,4%
  2. PessoasR$ 4.54943,2%
  3. Outros candidatosR$ 7887,5%

Para onde foi

R$ 10,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 87% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,5 mil.
  1. TransporteR$ 9.18287,1%
  2. Material impressoR$ 1.35812,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Propriá (SE), 2012

Thyago Britto: R$ 29,5 por voto (mediana da disputa, R$ 37,6). Quem venceu, Mayara De Zé Neto, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 86,3; o mais barato, R$ 16,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Thyago Britto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Luiza Chaves REPUBLICANOSR$ 9,1 mil · 105 votosR$ 86,3
  • Ricardo Costa PDTR$ 10 mil · 123 votosR$ 82,7
  • Patricio Lessa MOBILIZAR$ 15 mil · 293 votosR$ 52,7
  • Fernandinho Britto PTR$ 29 mil · 568 votosR$ 51,1
  • Irany PTR$ 14 mil · 301 votosR$ 48,1
  • Jose Carlos PSCR$ 11 mil · 237 votosR$ 46,2
  • Aelson Publicidade PDTR$ 17 mil · 461 votosR$ 37,6
  • Nego De Marli AVANTER$ 22 mil · 599 votosR$ 36,9
  • Thyago Britto REPUBLICANOSR$ 11 mil · 357 votosR$ 29,5
  • Rosélia Da Ponte AGIRR$ 9 mil · 333 votosR$ 27,1
  • Daniel Amaro PSCR$ 9 mil · 373 votosR$ 24,1
  • Mayara De Zé Neto PSDBR$ 9,6 mil · 570 votosR$ 16,8

Votos por real

  • 2012, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.