Thiago Batista
Thiago Chaves Batista · nasceu em 1982
Thiago Batista se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PL (2004), PHS (2008), DC (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, superior incompleto, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulDC 27123· direitasuplente3.272 votos; 277º mais votado de 670 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Thiago Batista teve 3.272 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 277º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 75 cidades. Sapucaia do Sul deu 75,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Thiago Batista declarou R$ 54,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 38,5 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Thiago BatistaR$ 54,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Thiago Batista declarou ao TSE R$ 101 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 33 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sapucaia do Sul (RS) · DC · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 19,5 mil72,6%
- Próprio bolsoR$ 4.04815,1%
- Outros candidatosR$ 3.30312,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 19,6 mil73,8%
- TransporteR$ 6.15323,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5672,1%
- ServiçosR$ 2430,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Sapucaia do Sul (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 42,7 por voto. Quem venceu, Maninho Do Jas, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 167; o mais barato, R$ 11,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ademir Costella PPR$ 47 mil · 280 votosR$ 167
- Jean Carlo PLR$ 26 mil · 192 votosR$ 135
- Paulo Borges DEMR$ 25 mil · 280 votosR$ 90,7
- Belmonte PTR$ 35 mil · 418 votosR$ 83,2
- Wink PTR$ 38 mil · 856 votosR$ 44,6
- Professor Edson PTR$ 39 mil · 910 votosR$ 42,7
- Luciano Rodrigues PTR$ 62 mil · 1.535 votosR$ 40,5
- Tita Nunes PTR$ 25 mil · 683 votosR$ 36,8
- Dra. Imilia PTBR$ 38 mil · 1.460 votosR$ 26,3
- Jorge Barbosa PSDR$ 27 mil · 2.067 votosR$ 13,1
- Maninho Do Jas MDBR$ 26 mil · 2.270 votosR$ 11,5
Votos por real
- 2014, deputado estadual: 98 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 47 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.