Apuração
Vereador · 2016 · DEM

Paulo Borges

Paulo Ricardo Borges · nasceu em 1964

Paulo Borges se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008DEM2012DEM2016DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo DEM.

PrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoDEM20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, ensino médio, administrador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    DEM 25000· direita
    não eleito
  2. 2012
    DEM 25· direita
    não eleito4.270 votos, 5,6%
  3. 2008
    Vice-prefeito · Sapucaia do Sul (RS)
    DEM 15· direita
    Na chapa de Marcelo Machado
    chapa não eleita27.723 votos da chapa, 37,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Paulo Borges declarou R$ 844,8 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 104,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 844,8 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 520.000 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Paulo BorgesR$ 844,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 844,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Rua major de souza limaR$ 292,4 mil
    Casa
  2. Participação em condomínio ruralR$ 260 mil
    Outras participações societárias
  3. Rua rui ramosR$ 227,5 mil
    Terreno
  4. Reserva financeiraR$ 65 mil
    Outros fundos

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Paulo Borges declarou ao TSE R$ 116 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 90 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Sapucaia do Sul (RS) · DEM · não eleito

De onde veio

R$ 25,4 mil
43% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,4 mil.
  1. Fundo partidárioR$ 9.71538,3%
  2. PessoasR$ 9.71538,3%
  3. PartidoR$ 3.67414,5%
  4. Outros candidatosR$ 2.2839%

Para onde foi

R$ 25,4 mil
O maior gasto foi com transporte: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,4 mil.
  1. TransporteR$ 14,6 mil57,4%
  2. Material impressoR$ 5.79522,8%
  3. PessoalR$ 4.21016,6%
  4. ServiçosR$ 8103,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Sapucaia do Sul (RS), 2016

Paulo Borges: R$ 90,7 por voto (mediana da disputa, R$ 42,7). Quem venceu, Maninho Do Jas, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 167; o mais barato, R$ 11,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Borges. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Ademir Costella PPR$ 47 mil · 280 votosR$ 167
  • Jean Carlo PLR$ 26 mil · 192 votosR$ 135
  • Paulo Borges DEMR$ 25 mil · 280 votosR$ 90,7
  • Belmonte PTR$ 35 mil · 418 votosR$ 83,2
  • Wink PTR$ 38 mil · 856 votosR$ 44,6
  • Professor Edson PTR$ 39 mil · 910 votosR$ 42,7
  • Luciano Rodrigues PTR$ 62 mil · 1.535 votosR$ 40,5
  • Tita Nunes PTR$ 25 mil · 683 votosR$ 36,8
  • Dra. Imilia PTBR$ 38 mil · 1.460 votosR$ 26,3
  • Jorge Barbosa PSDR$ 27 mil · 2.067 votosR$ 13,1
  • Maninho Do Jas MDBR$ 26 mil · 2.270 votosR$ 11,5

Votos por real

  • 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 47 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.