Thiago
Delcides Menezes Tiago · nasceu em 1958
Thiago disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Monte Alto (SP)), pelo DEM: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 46 anos, superior incompleto, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Thiago declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Monte Alto (SP) · DEM · não eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 17,1 mil37,4%
- Próprio bolsoR$ 15,8 mil34,6%
Para onde foi
- EscritórioR$ 36 mil78,6%
- ServiçosR$ 4.88710,7%
- Material impressoR$ 2.4445,3%
- PessoalR$ 2.4445,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Monte Alto (SP), 2004
Thiago: R$ 9,58 por voto (mediana da disputa, R$ 9,58). Quem venceu, Professor Gilberto Morgado, gastou R$ 35,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,4; o mais barato, R$ 0,24.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Thiago. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Gilberto Morgado PTR$ 254 mil · 7.171 votosR$ 35,4
- Thiago DEMR$ 46 mil · 4.776 votosR$ 9,58
- Silvia Meira PTBR$ 1,5 mil · 6.512 votosR$ 0,24
Votos por real
- 2004, prefeito: 104 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.