Apuração
Vereador · 2008 · PTB

Tenente Joilson

Joilson Fernandes Bittencourt · nasceu em 1976

Tenente Joilson disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Congonhas (MG)), pelo PTB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPTB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 31 anos, superior completo, policial militar. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Congonhas (MG)
    PTB 14190· centro-direita
    suplente627 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Tenente Joilson declarou R$ 194,2 mil em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 194,2 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 72.009 na declaração)

Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Tenente JoilsonR$ 194,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 194,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Lote de terreno n. 11 e 12R$ 53,9 mil
    Imóveis
  2. Lote de terreno n. 26R$ 53,9 mil
    Imóveis
  3. Um automóvel fiat uno mille 1.0 ano 2005/2005 placa hc) 1370R$ 37,7 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Saldo junto ao banco realR$ 13,4 mil
    Dinheiro e aplicações
  5. 50% Lote de terreno N.12R$ 9.437
    Imóveis
  6. Um lote de terreno N.12R$ 9.437
    Imóveis
  7. Um lote de terreno N.11R$ 9.437
    Imóveis
  8. Um lote de terreno n 07R$ 6.741
    Imóveis
  9. Saldo junto ao banco itaú na poupança correnteR$ 135
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Tenente Joilson declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Congonhas (MG) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 25,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 16 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,9 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 15,4 mil59,5%
  2. Outros candidatosR$ 7.86630,4%
  3. PessoasR$ 2.61310,1%

Para onde foi

R$ 25,9 mil
O maior gasto foi com outros: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,9 mil.
  1. OutrosR$ 15,8 mil61,1%
  2. Material impressoR$ 8.95634,6%
  3. TransporteR$ 6722,6%
  4. EscritórioR$ 4361,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Congonhas (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 99,3 por voto. Quem venceu, Feliciano, gastou R$ 49,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 49,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.