Apuração
Vereador · 2024 · MOBILIZA

Eduardo Matosinhos

Eduardo Cordeiro Matosinhos · nasceu em 1968

Eduardo Matosinhos se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 6.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoMOBILIZA+0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008PL2010PL2012PL2016PSL2020PSDB2024MOBILIZA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.

Passou por 4 partidos: PL (2004–2012), PSL (2016), PSDB (2020), MOBILIZA (2024).

Dep. estadualVereadorPartidoPLPSLPSDBMOBILIZA’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, superior completo, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Congonhas (MG)
    MOBILIZA 33456· centro-direita
    eleito864 votos
  2. 2020
    Vereador · Congonhas (MG)
    PSDB 45600· centro-direita
    eleito704 votos
  3. 2016
    Vereador · Congonhas (MG)
    PSL 17000· direita
    eleito847 votos
  4. 2012
    Vereador · Congonhas (MG)
    PL 22222· direita
    eleito916 votos
  5. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    PL 22500· direita
    suplente3.641 votos; 309º mais votado de 942 no estado
  6. 2008
    Vereador · Congonhas (MG)
    PL 22222· direita
    eleito815 votos
  7. 2004
    Vereador · Congonhas (MG)
    PL 22222· direita
    eleito834 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Eduardo Matosinhos teve 3.641 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 309º lugar entre 942 candidatos.

Recebeu votos em 145 cidades. Congonhas deu 70,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,3%.

3.641 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 3.641 votos.
  1. Congonhas (MG)2.572 votos70,6%
  2. Conselheiro Lafaiete (MG)172 votos4,7%
  3. Ouro Branco (MG)105 votos2,9%
  4. Divinópolis (MG)77 votos2,1%
  5. Belo Horizonte (MG)61 votos1,7%
  6. Outras 130 cidades390 votos10,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Eduardo Matosinhos declarou R$ 12,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 180,6 mil, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 12,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 8.516 na declaração)

Declarou 57% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Eduardo MatosinhosR$ 12,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 12,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 7 campanhas com contas prestadas, Eduardo Matosinhos declarou ao TSE R$ 685 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 418 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Congonhas (MG) · MOBILIZA · eleito

De onde veio

R$ 39,8 mil
0% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 39,8 mil.
  1. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 33,1 mil83,3%
  2. Próprio bolsoR$ 6.63416,7%

Para onde foi

R$ 34,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 34,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosTudo de 56.417.527 Leticia Stefane Andrade TomainoR$ 9.95328,6%
  2. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 7.68922,1%
  3. TransporteR$ 3.4209,8%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 7662,2%
  5. EscritórioR$ 260,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Congonhas (MG), 2024

Eduardo Matosinhos: R$ 40,3 por voto (mediana da disputa, R$ 47,2). Quem venceu, Igor Souza Costa, gastou R$ 31,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 188; o mais barato, R$ 25,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Eduardo Matosinhos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.