Apuração
Deputada estadual · 2018 · PDT

Telma Chaves

Telma Maria Souza Chaves · nasceu em 1964

Telma Chaves se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,02← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PT2014PRP2018PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PT (2010), PRP (2014), PDT (2018).

Dep. estadualPartidoPTPRPPDT20102012201420162018
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 54 anos, superior completo, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputada estadual · Acre
    PDT 12369· centro-esquerda
    suplente1.296 votos; 82º mais votada de 436 no estado
  2. 2014
    Deputada estadual · Acre
    PRP 44111· direita
    suplente3.105 votos; 33º mais votada de 497 no estado
  3. 2010
    Deputada estadual · Acre
    PT 13234· centro-esquerda
    suplente3.166 votos; 27º mais votada de 330 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Telma Chaves teve 1.296 votos para deputada estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 82º lugar entre 436 candidatos.

Recebeu votos em 18 cidades. Rio Branco deu 59,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.

1.296 votos
votos para deputada estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.296 votos.
  1. Rio Branco (AC)769 votos59,3%
  2. Tarauacá (AC)126 votos9,7%
  3. Feijó (AC)103 votos7,9%
  4. Bujari (AC)93 votos7,2%
  5. Cruzeiro do Sul (AC)41 votos3,2%
  6. Outras 3 cidades7 votos0,5%
As outras 2 eleições para deputado
3.105 votos
votos para deputada estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 3.105 votos.
  1. Rio Branco (AC)2.207 votos71,1%
  2. Senador Guiomard (AC)126 votos4,1%
  3. Plácido de Castro (AC)96 votos3,1%
  4. Bujari (AC)95 votos3,1%
  5. Brasiléia (AC)82 votos2,6%
  6. Outras 7 cidades87 votos2,8%
3.166 votos
votos para deputada estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 3.166 votos.
  1. Rio Branco (AC)1.787 votos56,4%
  2. Tarauacá (AC)281 votos8,9%
  3. Cruzeiro do Sul (AC)199 votos6,3%
  4. Porto Acre (AC)162 votos5,1%
  5. Capixaba (AC)146 votos4,6%
  6. Outras 6 cidades37 votos1,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Telma Chaves declarou R$ 275,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2018, o total caiu R$ 412,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 275,4 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 180.925 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Acre não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 275,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Telma Chaves declarou ao TSE R$ 678 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada estadual: R$ 358 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputada estadual · Acre · PDT · suplente

De onde veio

R$ 139,3 mil
26% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 139,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 15,1 mil10,8%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 12,1 mil8,7%
  3. Fundo partidárioTudo de Partido Democratico TrabalhistaR$ 9.6206,9%

Para onde foi

R$ 117,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 117,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de F. Almeida Da SilvaR$ 75 mil64%
  2. Serviços20 pessoas, não nomeadasR$ 30,2 mil25,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 4520,4%
  4. EscritórioR$ 590,1%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Acre, 2018

Mediana da disputa: R$ 58,7 por voto. Quem venceu, Gerlen Diniz, gastou R$ 26,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 60.356; o mais barato, R$ 26,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputada estadual: 11 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2014, deputada estadual: 17 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2010, deputada estadual: 8,8 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.